
PORQUE O MEU ANIMAL SE COÇA?
O prurido (coceira) é um dos motivos de consulta mais frequentes em medicina veterinária. Uma das causas mais prováveis de prurido no cão e no gato é a alergia. O animal presente prurido quando se coça, se lambe, se morde ou ainda se esfrega o corpo contra qualquer coisa.

Estes sinais podem ser: contínuos ou intermitentes, ligeiros ou intensos, sazonais (manifestando-se apenas a uma certa época do ano), mais intensos fora ou dentro da habitação, etc.
DOCUMENT 1: Com respeito à alergia
- O que é que a alergia?
- Como se produz?
- Como se manifesta?
- As alergias mais frequentes
- Como prevenir a alergia?
- Como tratar a alergia?
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DOCUMENT 2:Com respeito à imunoterapia
- O que é que a imunoterapia?
- Como se administra?
- Quais são as reacções que pode provocar?
- Os efeitos são rapidamente visíveis?
- Pode ser associada a outros tratamentos?
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Um dos motivos de consulta mais frequentes é as doenças cutâneas seguidas de prurido entre as quais se encontram as alergias. É fundamental para o clínico saber diferenciá-las por um diagnóstico correcto e assim efectuar a abordagem terapêutica adequada.
As doenças alérgicas mais frequentes nos animais domésticos, em importante crescimento, são a alergia a picada de pulgas (DAPP), a alergia alimentar (AA) e a dermatite atópica ou atopia (DA), de acordo com a observação das patologias destes últimos anos.
Os indivíduos alérgicos sofrem duma modificação do sistema imune programada geneticamente e por causa disto reage de maneira exagerada ao contacto de certas substâncias chamadas alérgenos.
O alergologia veterinária percorreu um longo caminho durante os últimos 25 anos. Os anos 70 vêem o aparecimento dos primeiros testes cutâneos para o diagnóstico do atopia no cão. Ofereciam apenas uma selecção limitada de misturas de alérgenos: alguns pólenes e bolores, extracto de pulga e poeira de casa.
As técnicas modernas de produção permitiram aos laboratórios fabricantes melhorar consideravelmente a qualidade dos extractos utilizados para os diagnósticos e os anticorpos utilizados.
Os diagnósticos "in vitro" permitem medir os níveis de anticorpos circulantes IgE específicos no soro dos pacientes. A sua chegada no mercado data dos anos 80 e actualmente, utilizamos métodos enzimáticos (ELISA).
A sua fiabilidade é cada dia melhor. Apesar do facto que a intradermo-reacção permanece o teste de referência, a sua utilização diminuiu porque requer uma certa experiência do profissional que o realiza e é um pouco incómodo para o animal. Ao contrário os testes "in vitro", necessitam apenas uma amostra de soro a entregar ao laboratório e nenhuma supressão dos tratamentos precedentes é pedida.
DOCUMENT 1: Com respeito à diagnóstico
- Quando realizar a análise "in vitro": eleição do paciente, sua idade, a época do ano...
- Escolha do tipo de análise.
- Interpretação dos resultados
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DOCUMENT 2:Com respeito à imunoterapia
- Informações úteis sobre a imunoterapia das doenças alérgicas
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INFORMAÇÃO:
Portal veterinaria
Colvet
Avepa
Amvac
MAGAZINES:
Consultavet
Aulaveterinaria
Veterinaria
Visionveterinaria
Argos
Vet24
PÓLENES Y ALÉRGENOS:
Seaic.es
Polleninfo.org
Polenes.com
http://lap.uab.cat/
Uib
Teninfo
Pracgsi.ulpgc
Madrid.org
PIA
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